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CONHEÇA O MOTOR GLOW POR DENTRO

Veja quais são as partes, a função de cada uma e seus principais problemas

IMAC, PRECISÃO ESCALA

Conheca mais sobre uma das principais categorias de acrobacia com aeromodelos

EXPERIÊNCIA COM A FEDEX

Após fazer uma compra na China, a encomenda chegou em 5 dias em casa, mas... SURPRESA !!!!

O TAMANHO IDEAL DA PISTA

Todos tem essa dúvida no momento de criar um campo de voo

A fixação correta de um motor



            Ao adquirir um aeromodelo, um dos pontos principais para se atentar na montagem é a fixação do motor; pois caso este esteja torto, o mínimo que pode acontecer é o trabalho parecer ruim.

            O motor alinhado não é nenhum tipo de luxo, é apenas uma necessidade de um aeromodelo que voa “nos trilhos”. Quando fora de posição, o aero fica com tendências e com um voo pouco agradável.




            O segundo ponto importante é a estética. Quem já não viu um motor totalmente fora de posição? Isso fica mais evidente ainda quando o modelo possui cowl e spinner, por ambos ficarem desalinhados.

            Os bons kits sempre possuem a parede de fogo marcada com um X ou uma cruz, sinalizando que é ali onde a linha do eixo do motor deve estar. Porém, o centro da marcação geralmente não existe, pois ali é o local onde as mangueiras do tanque e fiação deve passar.

            Uma boa observação é que o centro do motor não deve ficar no centro geométrico da parede de fogo, pois como vimos no artigo “Motor torto, voo reto”: a parede possui ângulo de incidência, e como a base do spinner fica no centro do avião, a base do motor deve estar deslocada para esquerda. Portanto não se assuste caso as marcas, aparentemente, estiverem desalinhadas.

            Outra atenção que deve ser tomada é: o motor não pode ser deslocado para caber inteiramente dentro do cowl. Já vi instalações absurdas em que o montador colocou o motor bem para cima, pois não queria abrir a parte de baixo do cowl de um P-47 Thunderbolt. Um absurdo!

            E por favor, não instalem o motor em posição “normal” em determinados modelos. Na maioria deles o motor deve ir de ponta cabeça, com o cilindro para baixo. Já vi algumas aberrações, como aeromodelos acrobáticos com o motor parecendo de um treinador. Isso não é errado tecnicamente, mas fica feio demais.


            Bem, vamos à parte prática da instalação:


       O primeiro passo é fazer um gabarito da posição dos furos do montante ou do prolongador; o procedimento é igual para qualquer tipo de motor, seja ele elétrico, glow ou gasolina. Atente-se, pois em alguns motores o centro da hélice não está no centro geométrico dos furos (como neste exemplo). E em outros casos os pontos de fixação não estão dispostos de forma simétrica (quadrado), e sim em forma de retângulo (como neste exemplo).







           Marque em uma folha sulfite - ou se puder, em um papel vegetal, que é transparente e facilita o procedimento - posição dos quatro furos. Ligue os opostos para descobrir o centro geométrico deles. Meça a distância horizontal e vertical entre eles para traçar as linhas vertical e horizontal de referência. Note que os dois centros devem coincidir para que a marcação esteja correta.







            Neste motor, o centro do eixo não está no centro geométrico dos furos, e isso é um problema, pois precisamos descobrir qual é o deslocamento (offset) para fazer a furação corretamente. Colocamos o motor na mesa e com o paquímetro medimos as alturas e calculamos a diferença entre elas. Esta diferença foi registrada no gabarito como uma nova linha horizontal. Recomendo também anotar qual o lado de cima, para que não haja erro.


Observe o motor RCGF 26cc com o eixo fora de centro





            Com o gabarito correto em mãos, basta comparar as linhas verticais e horizontais até que fiquem na mesma posição. Caso a linha da parede de fogo seja curta demais, basta prolonga-la com um lápis.






            Marque a posição dos furos com a ponta de um estilete ou alguma outra ferramenta pontiaguda, para furar o papel. E pronto, a posição dos furos já estão definidas.

            Uma das coisas que aprendi em algum tempo montando aeromodelo é: meça duas vezes e fure/corte uma. Por isso recomendo verificar a posição dos furos antes de furar. Caso fure errado e precise deslocar apenas alguns milímetros para o lado será um grande problema, pois os furos vão se sobrepor.








            No caso deste Tractor 120 (o mesmo aconteceu com meu Tractor 25) o furo ficou exatamente na posição de uma peça, por isso precisei abrir um pouco mais a abertura já existente, para que o parafuso conseguisse entrar.








        Observação: Sabemos como utilizar um Blind Nut (porca auto-cravante), nesta aplicação ele foi usado temporariamente como espaçador, pois o motor precisava ser deslocado um centímetro para a frente.





           A recompensa de um trabalho bem executado é o eixo exatamente no centro da abertura:





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          Caso ainda tenham qualquer dúvida para fixar um motor ou conheçam outra técnica, deixe seu comentário aqui embaixo!



Tela e dope: Nostalgia e beleza



Não é complicado entelar com tela e dope, mas é um processo demorado, porém, fica com bom acabamento e resistente feito um avião real. Pois bem, vou explicar um pouco do processo de como eu faço.




Os materiais

Dope: Este é o nome do produto que se usa, é dope mesmo (eu não aconselho usar outra coisa), ele tem as funções de selar a madeira, colar a tela, fechar os poros do tecido, e também serve como primer.

Há dois tipos de dope: o dope normal e o dope cola, eu só uso o dope normal, na aviação real é usado o dope cola para colar a tela no ferro, pode usar no aeromodelo também, mas eu não costumo usar.

Tela: É tela de avião mesmo, a mesma usada por exemplo: nos Piper J3, PA-18, Paulistinha e ultraleve. O nome correto é poliéster termo contrátil, só pessoal especializado que vende, em lojas de tecido não tem, existe outras telas com a mesma função e característica, porém, é difícil de conseguir.

Não aconselho usar outro tipo de tecido, por exemplo tecido de vestido ou de cortina, o custo benefício não compensa. Use a tela de 75gr/m².



O processo

- Assim como quando se entela com qualquer material, precisa dar uma boa lixada na madeira e tirar todas as imperfeições, rebarbas e etc.

- Aplicar 3 demãos de dope puro (sem diluir) nas áreas onde irá encostar a tela, sempre esperar secar entre uma demão e outra, o dope seca rápido. É bom lixar com lixa bem fina entre as demãos, pois a madeira arrepia.

- Colar a tela: Use o dope puro também. Esse é o mais trabalhoso de tudo, mas nada complicado. Para colar a tela é igual colar uma figura na folha do caderno: passa dope na madeira e aplica a tela. Sobre a tela aplica dope também, onde passou dope em baixo da tela também passa em cima, ajuda a grudar a tela, eu uso o dedo mesmo, faz mais pressão do que com o pincel.

Em regiões curvas e bordas muito finas a tela não vai ficar grudada de cara; ou você fica segurando até o dope secar um pouco, ou usa alfinetes para manter a tela no lugar até o dope secar.

Assim como o Monokote deve transpassar entre 1 cm e 2 cm, a tela também precisa passar por cima da outra nas emendas e nas bordas.

Não precisa aplicar o tecido bem esticado, ele é termo contrátil e depois de colado e com o dope seco, passa o ferro que ele encolhe e fica tudo bem esticadinho.

- Para fechar os poros do tecido usa-se o dope, desta vez diluído em 50% com thinner, geralmente é o thinner 2900, mas isso depende da marca, pergunte para o fornecedor do dope.

Aplicar com pincel o dope diluído, uma camada fina sobre toda a tela, espera secar e repita o processo quantas vezes forem necessárias para fechar tudo, normalmente isso dá umas 5 demãos.

Depois de tudo seco pode lixar, use uma lixa bem fina - 600 ou mais fina - lixar tudo para tirar todo o arrepiado da tela.

- Pintura: Como eu disse no início o dope pode servir como primer também, mas apenas para tintas à base de nitrocelulose; neste caso pode pintar direto sobre o dope que não tem problema. Se for usar outro tipo de tinta, por PU por exemplo, tem que aplicar primer antes.


Para ficar bonito e com cara de avião real, deve se fazer pintura automotiva, aplicado com pistola e depois de tudo pintado, adesivos colados (se houver adesivos) passar uma camada de verniz

O verniz é necessário porque, faz parte da pintura automotiva, protege a tinta das intempéries, protege dos resíduos de óleo que saem do motor, mantém todos os adesivos colados e deixa com um acabamento com brilho top, no meu avião eu apliquei verniz alto brilho.



Os preços

A tela custa por volta de 15 reais por metro linear, você precisa calcular quantos metros vai precisar para o seu aero. Pergunte ao fornecedor qual é a largura do rolo para calcular corretamente.

A lata de dope de 3,6l custa 110 reais - o meu avião, que é um 30% - usei um pouco mais de 3/4 da lata.

A entelagem do meu avião, contando tudo: dope, tela, tintas e thinner, não passou de 450 reais.


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Espero que vocês tenham entendido todo o processo. Caso ainda tenham alguma dúvida, deixem um comentário aqui embaixo !!!



Escrito por Magno Wiese



IMAC Brasil 2017



Aconteceu nos dias 12 a 15 de outubro do 2017, no clube ALA, em Limeira/SP, o IMAC Brasil, um campeonato de acrobacia de precisão escala, que reuniu muitos Extras, Yaks e Sukhois. O evento já está consolidado no calendário nacional de eventos, porém para o ano que vem está prevista a divisão das categorias em duas etapas, com a volta do Free Style.






Se você não conhece como o IMAC funciona, sugerimos a leitura deste artigo.

Para sabermos se um campeonato é disputado/desejado precisamos observar se as inscrições se esgotam antes do prazo máximo, e foi o que aconteceu para este evento; pois muito antes do prazo final não havia mais vaga para possíveis interessados em competir.

            Infelizmente, como apenas um piloto da categoria “Ilimitada” participou, a categoria foi cancelada, e ele foi remanejado para a “Avançada”. Alguns pilotos inscritos também não compareceram. E Como já era previsto desde o início, não houve “Free Style” (estilo livre).

            O campeonato ocorreu no tempo correto, com várias baterias terminando antes do previsto, deixando tempo para pilotos de fora do campeonato voarem no final das tardes demonstrando suas habilidades.

            Uma estratégia que vem dando muito certo na competição é os próprios pilotos julgarem categorias que não voam. Como a rotatividade de juízes é alta, fica menos cansativo para cada um. Mas até chegar a este ponto, houve um grande trabalho de treinamento com os interessados. A falta de juízes capacitados era um grande problema antes disso.

            Como a cobertura da ALA foi ampliada recentemente, apenas duas tendas médias foram necessárias para acomodar todos os pilotos e oferecer sombra a todos; o que realmente foi necessário, pois o calor estava insuportável, era impossível não transpirar o dia todo. O prolongamento da cabeira, outra obra recente, também salvou pelo menos dois aeromodelos, que quase caíram morro a baixo.

            Novamente, todos da organização - e também os pilotos – estão de parabéns, pois este é um dos principais campeonatos do país, e na minha opinião o mais consolidado. Que sempre acontece de forma extremamente organizada. Se você tem vontade, não deixe de participar do IMAC Brasil 2018. Eu espero muito estar lá.

            E aqui estão os grandes campeões de cada categoria:












            Veja algumas fotos da cobertura aqui embaixo, e todas elas estão em nosso álbum do Facebook:













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         O que achou do campeonato? Pretende prestigiar ou competir no próximo? Deixe aqui embaixo seu comentário!



Quero cortar à laser, e a planta?



Hoje há diversos sites com arquivos de plantas para downloads, algumas sendo vendidas pronta para o corte, porém nem tudo é o que parece. O fato de estar em um formato especifico, sendo os mais comuns “.dwg” e “.dxf”, que podem ser abertos em softwares para edição vetorial, como AutoCad e Corel Draw. Não significa necessariamente que esta esteja pronta para o corte.

Já vi exemplo de plantas que estão disponíveis para download sendo vendidas exatamente iguais, ou seja, foi feito download e colocado à venda sem nenhuma edição ou preparo para o corte. Neste artigo vou dar algumas dicas para auxiliar quem deseja procurar uma planta para o corte à laser.


Vetorização

Para que uma planta possa ser utilizada no corte a laser, primeiro passo é verificar se está vetorizada, mais o que é vetorizar? Antes de falarmos dessa parte precisamos entender o que é um vetor, que nada mais é que um seguimento de reta, seja ele reto ou curvo. 

Com identificar se um arquivo está vetorizado? Vou demostrar no exemplo abaixo, utilizando um arquivo em PDF de uma planta já vetorizada:




Em uma primeira olhada não se nota diferença, ao dar um zoom no arquivo, a linha de mantém, não perde a definição parecendo que está desfocada, repare que foi dado um zoom de 920% (quase 10x) e a imagem continua clara e definida.





Essa é uma planta vetorizada, por mais que esteja em PDF, caso seja importada para algum programa que trabalhe com vetores, como Corel Draw ou AutoCad será muito mais simples preparar essa planta para o corte, bastando apenas ajustes pontuais.

Abaixo segue um exemplo em PDF, porém esta planta foi gerada a partir de uma imagem (jpg, png, bmp), a diferença para um vetor é que imagem são feitas por pontos individuais (pixels), ou seja, uma reta são diversos pontos lado-a-lado.




Aparentemente nada demais, nenhuma alteração, ao dar zoom repare como a imagem fica distorcida, por mais que seja um arquivo PDF.




Nesse caso a vetorização será muito mais demorada, sendo necessário importar este arquivo para o programa e desenhar as linhas por cima do arquivo original. Esse procedimento além de levar muito tempo e ser bem trabalhoso, é muito suscetível a falhas, pois as linhas serão desenhadas por cima da planta, podendo gerar encaixes mal feitos e desencontrados.

Nesse tipo de vetorização eu costumo usar a planta somente como guia, por exemplo, apenas para desenhar uma lateral do aeromodelo e fazer pequenas marcações onde serão feitas as cavernas, pois as cavernas costumo desenhar do zero, mas isso é uma questão pessoal.

Uso a lateral como referência para altura e o fundo sendo a referência para a largura, desenhando apenas metade da caverna e utilizando a opção de espelhar para garantir simetria dos lados.


Tipos de arquivos

Continuando o assunto plantas, vou falar um pouco sobre tipos de arquivos, extensões, formatos e algumas particularidades. Algumas extensões de arquivos são específicas para vetor e outras para imagens.


          Vetores

    DXF: É um formato padrão de vetor aberto pela maioria dos softwares que trabalham com vetor. Ex.: Corel Draw e AutoCad. Foi criada como uma forma padrão de vetorização, para que fosse importado pela maioria dos softwares;

     DWG: Este formato é gerado pelo AutoCad como sendo seu arquivo fonte, nas versões mais atuais do Corel Draw pode ser importado também;

     CDR: Arquivo fonte utilizado pelo Corel Draw, esse formato não é possível importar para o AutoCad, caso deseje abrir um arquivo do Corel no AutoCad, é necessário exportar para DXF antes;

     PDF: Tipo de arquivo mais comum encontrado nas plantas, pode ser gerado a partir de qualquer software, porém sendo gerado a partir de uma imagem sempre será uma imagem, pois será constituído por pontos, sendo gerado a partir de um vetor, será um vetor.



          Imagens

     JPG, PNG, BMP: Estes formatos de imagem são constituídos por pontos, não sendo possível ser cortado no laser.  Caso seja importado para um software que utilize vetores, a planta deverá ser vetorizada antes de ser cortada.



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Escrito por Thiago Mello



3º Fesnaeru 2017



            Aconteceu nos dias 2 e 3 de setembro de 2017, no clube AAERU, em Uberlândia/MG, a terceira edição do Fesnaeru, encontro que buscou reunir amantes do aeromodelismo e do drone race, em um final de semana de muita confraternização.

            A manhã dos dois dias foi marcada por fortes ventos, em certos períodos até os pilotos mais experientes sentiram dificuldades. Porém, após o almoço, o dia ficou perfeito para voar: atmosfera calma em conjunto com um céu de brigadeiro de dar inveja a qualquer piloto.

            Foi minha primeira vez no local, e fiquei surpreendido positivamente com a estrutura: duas pistas em “X” para melhor se adequar ao vento, banheiro, energia, cobertura, e o mais impressionante: cadeira e mesa para praticamente todos os presentes. Mesmo para quem acampou no local, como eu, nada faltou, inclusive um gostoso pão com manteiga e café nos foi servido nas duas manhãs.

            Algo que me chamou muito a atenção foi o preço justo praticado: 20 reais por uma refeição a vontade com uma lata de refrigerante inclusa. Muito abaixo do preço que vejo por aí. E devo dizer que a comida estava muito boa mesmo.

       A recepção foi sensacional por parte de todos, o clima de amizade reinou por praticamente todo o encontro. Inclusive gostaria de agradecer aos leitores/expectadores que vieram conversar comigo sobre o nosso site, fica aqui o meu muito obrigado.

            Fica aqui o muito obrigado da equipe Aeromodelismo é Assim aos que colaboraram com esta cobertura e com a realização do evento. E o Fesnaeru de 2018 já tem data marcada, anote aí: 8 de setembro !!!

            As melhores fotos você encontra aqui embaixo, e todas elas estão em nosso álbum do Facebook:















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            O que achou do Fesnaeru 2017? Pretende estar por lá na próxima edição? Deixe seu comentário aqui embaixo!!!